Entidades jurídicas e tributárias pediram que a implementação efetiva da CBS, a Contribuição sobre Bens e Serviços, seja adiada para pelo menos 2028. A proposta é usar 2027 para testes e adaptações. Trata-se de uma reivindicação apresentada em carta aberta, não de um adiamento aprovado.

Por que as entidades querem mais tempo?
O IASP, Instituto dos Advogados de São Paulo, confirmou em nota de 3 de novembro que assinou a carta divulgada em 31 de outubro de 2026. Segundo o instituto, os signatários consideram curto o prazo para ajustar sistemas, contratos e preços antes da mudança.
A carta aponta preocupações com a definição da alíquota, a preparação dos sistemas de apuração e possíveis conflitos judiciais. Essas são as razões apresentadas pelas entidades para defender a mudança do calendário.
Onde entra a OAB?
A lista de signatárias publicada pela Folha inclui a OAB-DF, a seccional do Distrito Federal. É importante manter essa identificação: a participação de uma seccional não deve ser apresentada como se fosse, automaticamente, uma iniciativa de toda a OAB nacional.
O que muda para quem acompanha a reforma?
A divulgação da carta, por si só, não muda prazos nem obrigações. O próprio pedido depende de alterações nas normas. Para decisões sobre uma empresa ou uma obrigação específica, confira os atos oficiais aplicáveis e a orientação do profissional responsável.
A nota oficial do IASP explica a proposta e dá acesso à carta. O documento também afirma apoio aos objetivos de simplificação da reforma; a discussão apresentada é sobre o tempo de preparação para sua implementação.
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